4. Programa Banda Larga para Todos
Com o programa Banda Larga para Todos, Dilma prometeu universalizar a internet
de alta velocidade. Segundo a proposta, serão feitas parcerias público-privadas para
instalar fibra ótica em 90% dos municípios do País. Será concedido financiamento
para as empresas e investido recursos do governo no projeto. Os 10% dos municípios
em que há dificuldade para se implantar fibra ótica serão atendidos com internet
por rádio ou satélite. O projeto pretende fornecer internet com velocidade mínima
de 25 megabytes por segundo.
The Math Mystery: Mathematics in Nature and Universe - Documentário
Uma exploração da matemática, incluindo de onde vem e porque ela consegue explicar o mundo físico. ela é uma invenção humana ou uma linguagem oculta do universo? Ela é uma linguagem ou o próprio universo? O documentário a seguir explora estas e outras questões:
1808 - A CORTE NO BRASIL - DOCUMENTÁRIO GLOBO NEWS
Uma série da Globo News que conta como se processou a transferência da Corte Portuguesa para o Brasil, numa manobra brilhante que permitiu manter a independência de Portugal, face à ameaça de Napoleão e seu exército imperial que se encontrava ás portas de Lisboa.
O início do século XIX ficou marcado pela instabilidade política na Europa. Naquela época, Napoleão Bonaparte, Imperador da França, ameaçava toda e qualquer nação que não participasse na sua luta obstinada contra a Inglaterra. Portugal, então aliado da Inglaterra (desde o século XIV, no reinado de D. João I), recusou-se a aderir ao Bloqueio Continental imposto por Napoleão ao seu país amigo. Esta atitude provocou um ultimato de Napoleão - ou Portugal cumpria ou era invadido.A sede do Império Português era, na altura, Lisboa. Vivíamos no tempo do Absolutismo, ou seja, o Rei e o Poder confundiam-se e onde estava um, necessariamente estava o outro. a saída da Corte para o Brasil é entendida como uma «saída estratégica», uma vez que, ao evitar o aprisionamento pelas tropas francesas, D. João continuou a governar como se estivesse em Portugal, devido à transferência da Corte. A cereja em cima do bolo foi a elevação do Brasil a Reino. Tínhamos um rei, um Reino e, teoricamente, a soberania portuguesa estava assegurada. Golpe de Mestre...
O início do século XIX ficou marcado pela instabilidade política na Europa. Naquela época, Napoleão Bonaparte, Imperador da França, ameaçava toda e qualquer nação que não participasse na sua luta obstinada contra a Inglaterra. Portugal, então aliado da Inglaterra (desde o século XIV, no reinado de D. João I), recusou-se a aderir ao Bloqueio Continental imposto por Napoleão ao seu país amigo. Esta atitude provocou um ultimato de Napoleão - ou Portugal cumpria ou era invadido.A sede do Império Português era, na altura, Lisboa. Vivíamos no tempo do Absolutismo, ou seja, o Rei e o Poder confundiam-se e onde estava um, necessariamente estava o outro. a saída da Corte para o Brasil é entendida como uma «saída estratégica», uma vez que, ao evitar o aprisionamento pelas tropas francesas, D. João continuou a governar como se estivesse em Portugal, devido à transferência da Corte. A cereja em cima do bolo foi a elevação do Brasil a Reino. Tínhamos um rei, um Reino e, teoricamente, a soberania portuguesa estava assegurada. Golpe de Mestre...
BBC - Vírus - Documentário
Esse documentário produzido pela BBC responde essa e outras curiosidades que você sempre quis saber sobre este primitivo organismo.
Como Começar uma Revolução
"Como Começar uma Revolução" revela a notável história de activismo moderno e o poder dos povos para mudar o mundo, através do legado de um despretensioso homem, o Professor Gene Sharp, fundador da Instituição Albert Einstein. Este tranquilo professor universitário, através do seu livro, "Da Ditadura à Democracia", um manual de 198 "armas" estratégicas não-violentas, tem ajudado, decisivamente, líderes revolucionários a derrubar os governos e regimes dos seus países, entre os quais: Guatemala, Austrália, Tailândia, Birmânia, China, Japão, Geórgia, Irão, Curdistão, Rússia, Sérvia, Ucrânia, Venezuela, Vietname, Zimbabwe, etc
.
Os 198 métodos:
http://mendelitas.net/blog/wp-content...
O livro: "Da Ditadura à Democracia" em pdf. Versão original em inglês
http://www.aeinstein.org/organization...
O livro: "Da Ditadura à Democracia" em pdf. Versão traduzida em pt.br.
http://pt.scribd.com/doc/117387921/Da...
Os 198 métodos:
http://mendelitas.net/blog/wp-content...
O livro: "Da Ditadura à Democracia" em pdf. Versão original em inglês
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O livro: "Da Ditadura à Democracia" em pdf. Versão traduzida em pt.br.
http://pt.scribd.com/doc/117387921/Da...
O Positivismo Lógico e o Sentido da Metafísica
O positivismo lógico – ou neopositivismo – é uma corrente filosófica desenvolvida e professada pelo famoso Círculo de Viena, grupo de intelectuais que teve grande relevância no cenário da filosofia analítica no começo do século XX. Essa tese se preocupou, basicamente, em determinar claramente que proposições teriam sentido ou não, para determinar o campo possível do conhecimento proposicional. Descobrir se uma preposição tem, ou não, significado, seria uma atividade obrigatória e anterior à investigação científica. De fato, a preocupação dos neopositivistas era excluir do campo da investigação possível diversos problemas filosóficos que, segundo eles, eram pseudo-problemas, repousando sobre uma confusão semântica.
O neopositivismo é marcado por uma postura anti-metafísica. Sabendo disso, podemos entender que os principais pseudo-problemas citados por eles são os problemas metafísicos, como, por exemplo, a existência de um mundo sobrenatural. Segundo eles, problemas como esses não tinham significado e, por isso, não poderiam ser investigados; debater sobre eles seria inútil.
Para fundamentar essa tese, o neopositivismo serviu-se de uma concepção epistemológica conhecida como verificacionismo. Segundo essa concepção – que trata do significado de uma asserção – somente dois tipos de proposição têm significado:
1) As proposições analíticas ou contraditórias – Chama-se analíticas as proposições cujo valor de verdade (Verdadeiro ou Falso) pode ser descoberto com base unicamente na análise de seus termos. Por exemplo: “Todo homem solteiro é não-casado”. Essa frase é verdadeira, e descobrimos isso apenas analisando os conceitos da proposição: ela é, por definição, verdadeira. Outro exemplo seria: “A parte está dentro do todo”. Uma proposição contraditória também tem significado. Exemplo: “Eu sou mais alto do que eu mesmo”. Necessariamente falso e, para descobrir essa falsidade, basta analisar os componentes da frase.
2) As proposições cujo valor de verdade pode ser verificado empiricamente – Ou seja, qualquer proposição cujo “valor de verdade” podemos determinar com auxílio da experiência, por métodos empíricos semelhantes aos que as ciências usam. Exemplo: “Hoje está um dia quente”, ou, “O evolucionismo é uma tese verdadeira”. Observação empírica, segundo eles, resolve a questão.
Pois muito bem, com base nesse critério verificacionista, vemos a metafísica ir pelo ralo. O clássico problema, que tanto gera desilusões e conflitos, que faz o Literatortura [principalmente eu] ser acusado de evangelismo e tudo o mais, também perde o sentido. A existência de Deus é um pseudo-problema, para os neopositivistas. Pois a proposição “Deus existe” não é nem analítica nem contraditória (nesse último caso, há quem defenda a contradição, com base no problema do mal; mas isso já caiu por terra há alguns anos), e também não é empiricamente verificável. Sendo assim, essa proposição, “ Deus Existe” , não tem significado. Mas, reparem, o oposto também: “Deus não existe”, cai no mesmo problema. Segundo os neopositivistas, essa proposição também não tem significado, pelos mesmos motivos. Desse modo, o problema da existência de Deus é um pseudo-problema, e deveria ser abandonado. De fato, toda a metafísica, segundo esses filósofos, é uma rede de pseudo-problemas, inúteis, e inverificáveis.
Essa tese fez bastante sucesso durante algumas décadas e ficou conhecida como “a concepção científica do mundo”. Por um bom motivo. Os neopositivistas privilegiaram, dum lado, a ciência como fonte de conhecimento, pelo seu método empírico, e, pelo outro, a lógica formal e a análise da linguagem, por seu rigor na investigação semântica. O Círculo de Viena perpetrou um dos maiores – se não, o maior – ataque à metafísica da história, pois atacou o próprio sentido dessa área.
Hoje em dia, no entanto, é muito pouco provável que alguém se declare neopositivista. Há um motivo bastante simples para isso: o verificacionismo, base para o positivismo lógico, enfrenta, e não consegue vencer, assim como outras teses filosóficas – relativismo e ceticismo pirrônico, por exemplo – o problema da autorreferência.
Assumamos que o verificacionismo é verdadeiro. Só têm significado as proposições e teses que são analíticas ou podem ser empiricamente verificáveis. E a tese do positivismo lógico? E a proposição “O verificacionismo é verdadeiro”? É analítica? Não. Analisando-se os termos da proposição, não chegaremos ao seu valor de verdade. Mas, então, o verificacionismo é empiricamente verificável? Também não. Como poderíamos, empiricamente, chegar à verdade do verificacionismo? Não é possível. Mas, se o verificacionismo não é nem analítico, nem empiricamente verificável, então, usando seus próprios critérios, ele é uma tese sem significado. Ou seja: o verificacionismo é autorrefutável.
Por João Víctor
Abordagem sociológica do crime
A
abordagem sociológica do crime tem produzido uma visão deste fenómeno por vezes
bastante distinta da que é projectada pela sociedade em geral, que tende a
apresentar a criminalidade como uma das ameaças mais prementes ao que se
considera ser o normal e esperado funcionamento da sociedade. Sociologicamente
o crime pode ser encarado como “funcional e normal”, como um contexto de
“aprendizagem e de socialização” e como uma “resposta das instâncias de
controlo”.
A
sociedade em geral tem uma compreensão limitada do crime, no sentido em que a
visão do criminoso é muitas vezes imputada às suas características individuais
não o relacionando com a sociedade em que se insere. Desta forma, as teorias
sociológicas do crime vieram dar ênfase aos grupos sociais em detrimento das
causas individuais.
Na
sociologia, o crime pode ser encarado como funcional e normal. Segundo a tese
da normalidade e funcionalidade do crime defendida por Émile Durkheim a
normalidade do crime deve-se à sua universalidade, ou seja, o crime é um
fenómeno que se observa em todas as sociedades. Em segundo lugar ele vai
defender a necessidade e a utilidade do crime. Assim, o crime é visto por este
autor como uma mostra dos limites da autoridade da consciência colectiva e como
agente de mudança moral. Desta forma, Durkheim define crime como a ofensa à
consciência colectiva, e dá-se com mais frequência quando as normas e condutas
impostas nesse momento já não são legítimas e se impõe uma alteração para novas
regras e leis. Assim o aumento de criminalidade é sinal de que o sistema social
não está a funcionar correctamente. O autor introduz o conceito de anomia
quando se manifesta um desregramento geral ao sistema, onde já não existe uma
ordem normativa para controlar a força não integradora dos instintos dos
individuos, revelando assim, pouca coesão social. Por exemplo, actualmente
verifica-se algum desrespeito pela autoridade policial, o que pode resultar da
existência de leis brandas, segundo a abordagem funcionalista a explicação
seria que as leis actuais encontrar-se-iam desajustadas o que leva ao
desequilíbrio e à perda de legitimidade das regras. Desta forma, os indivíduos
não se revêem no sistema judicial, mostrando por isso, pouca ou inexistente
coesão social, e sentem-se mais vulneráveis à propensão da criminalidade. A
anomia não se traduz como sendo um “estado de espírito” individual, mas sim
como manifestação de desagrado a um sistema social no qual os indivíduos não se
identificam.
A
criminalidade poderá espelhar alguma desorganização social, no entanto, o crime
pode conter uma organização social pois implica aprendizagem e socialização.
Estamos a falar das subculturas delinquentes, este conceito foi desenvolvido
por Cohen, para ele a subcultura é uma “cultura dentro da cultura”. A
subcultura advém de uma certa reacção conflituosa e de rejeição às normas
instauradas na comunidade. Deste conflito, que gera frustrações face à cultura
dominante surgem as subculturas delinquentes. Assim, nesta nova cultura que
nasce dentro mas de forma oposta à cultura dominante, os elementos convertem-se
a um sistema de crenças e valores em acção. Dentro delas existe também um
processo de aprendizagem, socialização e motivação. Este processo leva à
interiorização de um código moral específico ou cultural permitindo e
favorecendo a ocorrência do crime. O delinquente vai, dentro da subcultura,
querer corresponder às expectativas dos outros elementos integrantes que
incentivam actos delinquentes. Desta forma o delinquente pretende atingir
dentro do seu grupo o status que lhe foi negado ou dificultado dentro da
cultura dominante. A dificuldade do delinquente em enveredar pela aceitação das
normas da sociedade em que se insere parte de uma desigualdade e descriminação
que sofre dentro dela. Ou seja, a cultura dominante impõe um código de conduta
para a procura do sucesso que não está ao alcance de todas as classes. Segundo
Cohen são os jovens da classe trabalhadora que encontram, geralmente, muitos
obstáculos e dificuldades para seguir o caminho de alcance de sucesso traçado
pela classe média segundo os moldes desta. Inevitavelmente muitos estarão
condenados à frustração e assim procurarão alternativas subculturais A escola
desempenha um papel fundamental na perpetuação desta desigualdade e
descriminação, no sentido em que veicula a cultura dominante (ideia também
desenvolvida por Bourdieu) assim, para os jovens da classe trabalhadora a
escola implica sofrerem uma desaculturação da sua educação familiar, ou seja,
encontram-se assim em clara desvantagem altamente prejudicial, pois condenados
ao insucesso, vendo o seu caminho barrado, vedado, tortuoso, são invadidos por
sentimentos de falhanço, humilhação e frustração. A saída possível é abandonar
esse caminho e enveredar por outro. Assim vão rejeitar as regras e condutas
dominantes no sentido de criar novas que ele mais facilmente compreende e
alcança para realizar-se através deles. Neste processo de reacção-formação, de
ruptura com a cultura dominante encontram acolhimento na nova subcultura. Cohen
parte da crença de que a delinquência é geralmente obra dos jovens masculinos
das classes mais baixas não explicando as causas da prática de crimes pelas
classes altas.
Para
estudar o crime é necessário o estudo dos actores sociais, não só os criminosos
como também os individuos que reagem ao crime. Esta é a base das teorias
interaccionistas que vai mostra como o crime não é um fenómeno individual e
isolado, este resulta sempre de uma construção social, de uma reacção social a
um determinado comportamento. Para os interaccionistas “a sociedade tem os
criminosos quer”. Ou seja, por exemplo, onde a o consumo de droga é livre o
drogado não é visto como um criminoso, desta forma a sociedade tem os
criminosos que considerar como tal. Não podemos estudar só os criminosos, temos
de estudar todos os actores sociais que de uma forma ou de outra reagem ao
crime. Assim, irão centrar-se nas instâncias de controlo, como a escola e o
sistema jurídico, as instâncias de produção normativa. Segundo esta abordagem a
lei não é a única fonte de legitimidade, por exemplo, o juiz por muito
objectivo que tente ser nunca consegue desvincular-se das normas e valores da
sociedade em que se insere, seguindo-se assim pelos seus próprios estigmas. Por
exemplo, sabemos que num caso de homicídio as mulheres tendem a receber
sentenças menos pesadas que os homens, uma vez que não é esperado este tipo de
comportamento por parte de individuos do sexo feminino. O controlo social vai
estigmatizar e rotular de forma negativa, os individuos que tiveram
comportamentos considerados desviantes. A consequência dos processos de
rotulagem passa pela dificuldade que o indivíduo tem em se desvincular do
rótulo que lhe foi atribuído, mesmo quando já não corresponde a este. Por isso
muitas estratégias de inserção social não resultarem, vai sempre haver
audiências de reacção, por exemplo um indivíduo que tenha cometido um assalto,
o rótulo de ladrão vai sempre acompanha-lo, as pessoas nunca irão depositar
confiança nele. Portanto, sendo o desvio uma criação social que provem da
própria natureza do controlo social, esta irá criar regras segundo a classe
dominante, ou seja, os detentores do poder irão criar regras que os protejam, a
si e à sua propriedade privada, daí o número de detidos da classe baixa ser
superior que os da classe alta. Para além de deterem mais recursos não é
esperado que um individuos com posses financeiras cometa um crime. O mesmo
acontece com os individuos de “raça” negra, este são mais facialmente
condenados, o que não significa que ele cometa mais crimes que os sujeitos de
“raça” branca. Um dos autores ligados a esta teoria é Edwin Lemert. Ele
afirmava que as diversas formas de desvio comportamental passam por duas fases
distintas: o desvio primário e o desvio secundário. O primeiro, leva à
transgressão das normas devido a factores económicos, familiares. Já o segundo
é o espaço onde se constroem identidades individuais e colectivas, onde se
formam as subculturas, pois quem recebe o rótulo de criminosos vai reagir,
podendo tornar-se mais criminoso do que era. Isto faz com que o rótulo se torne
o factor mais importante da identidade do desviante. O indivíduo ao ser
estigmatizado pelos outros vai fazer com que a classificação que os outros lhe
deram faça parte integrante da sua personalidade, ele próprio irá produzir a
estigmatização. Por exemplo, os reclusos tendem a responder a comportamentos
esperados, assim irá fazer tatuagem como forma de assumir o papel de
delinquente que lhe foi atribuído. Assim os delinquentes tomam parte activa do
seu próprio processo de rotulagem. Outro autor a referir é Howard Becker, nele
encontramos todos os princípios das teorias interaccionistas. Para ele a raiz
do desvio encontra-se na ordem social e no processo desencadeado pelo controlo
social. Quando os indivíduos não se integram nessa ordem caminham para
comportamentos desviantes. Para melhor compreender esta teoria poderá ser
apresentado um exemplo analisado segundo esta abordagem. Os estrangeiros são
prejudicados a nível de aplicação de penas e isso pode ser explicado, à luz da
teoria interaccionista, pois a classificação do comportamento desviante varia
segundo as características da pessoa que comete o desvio, neste caso, os
imigrantes. Segundo Becker, a raiz do desvio está na própria ordem social e nos
processos de controlo social como a polícia e os tribunais. Estes, seguindo um
estereótipo, condenam mais rapidamente um estrangeiro. Para Lemert, no caso
específico dos imigrantes, estes formam subculturas específicas que vão
funcionar como modalidade de resposta à operação de rotulagem. Os imigrantes
sofrem de estereótipos e são mais condenados por isso. Para tentar minimizar o
poder dos “powerful reactors”, eles criam, então, as subculturas.
-FERREIRA,
J. M. CARVALHO et al. (1995), “Desvio e Controlo Social”, Sociologia, Lisboa,
McGraw-Hill: 429-446.
-FIGUEIREDO
DIAS, Jorge ; ANDRADE, Costa (1984), Criminologia - o homem delinquente e a
sociedade criminógena, Coimbra, Coimbra Editora: 63-361.
Texto de
Ariana Meireles
10 promessas de campanha feitas por Dilma Rousseff para 2015-2019
Presidente pretende discutir a reforma política, aproveitar iniciativas implantadas durante a Copa na área de segurança e ampliar programas sociais
Em seu novo mandato como presidente da República, Dilma Rousseff (PT) será cobrada por seus eleitores para cumprir os novos compromissos assumidos durante a sua campanha de reeleição. Depois das passeatas que abalaram o Brasil em 2013 e um sentimento de mudança que fez esta eleição ser a mais disputada desde 1989, a petista viu seus dois principais adversários ao longo da campanha repetirem que apenas um novo governo poderia responder a algumas das insatisfações populares. A campanha de Dilma contra-atacou e escolheu o slogan ”governo novo, ideias novas” para mostrar que a presidente estava disposta a abraçar os anseios do povo que foi às ruas. Agora ela terá quatro anos para implantar todas as propostas, e o cidadão para acompanhar e cobrar. Confira 10 promessas feitas por Dilma Rousseff durante a eleição:
1. Reforma política
Principalmente no segundo turno, Dilma expôs que considera e grande importância conseguir realizar um reforma política no País. A presidente já havia dito, ao longo de seu mandato, ser a favor de um plebiscito para que a população decida se quer a formação de uma assembleia constiuinte para implementar um reforma política. E nessa eleição voltou a reafirmar a necessidade de que isso ocorra. Entre os pontos que devem ser discutidos em uma constituinte, de acordo com a presidente, está a melhor definição das atribuições da União, Estados e Municipios, a forma como as três instâncias devem cooperar entre si e, dentro dessa discussão, a estrutura tributária. Além disso, o fim do financiamento empresarial de campanha e a implementação do financiamento público, debate sobre se o sistema continua proporcional, distrital ou em lista; e manutenção da suplência para o cargo de senador.
Principalmente no segundo turno, Dilma expôs que considera e grande importância conseguir realizar um reforma política no País. A presidente já havia dito, ao longo de seu mandato, ser a favor de um plebiscito para que a população decida se quer a formação de uma assembleia constiuinte para implementar um reforma política. E nessa eleição voltou a reafirmar a necessidade de que isso ocorra. Entre os pontos que devem ser discutidos em uma constituinte, de acordo com a presidente, está a melhor definição das atribuições da União, Estados e Municipios, a forma como as três instâncias devem cooperar entre si e, dentro dessa discussão, a estrutura tributária. Além disso, o fim do financiamento empresarial de campanha e a implementação do financiamento público, debate sobre se o sistema continua proporcional, distrital ou em lista; e manutenção da suplência para o cargo de senador.
2. Segurança Pública
Foram implantados durante a Copa do Mundo no Brasil 15 Centros Integrados de Comando e Controle que uniou as diversas forças de segurança: Forças Armadas, Polícia Fedederal, Rodoviário Federal, Civil, Militar, municipal, bombeiros, além do Detran. Dilma prometeu manter os centros já existentes e ampliar, criando um para cada estado. O objetivo é integrar os cadastros e as informações e traçar estratégias nacionais de combate ao crime. Ela também afirmou que irá criar a Academia Nacional de Segurança Pública para formação conjunta das polícias, formulação e difusão de procedimentos operacionais padronizados.
Foram implantados durante a Copa do Mundo no Brasil 15 Centros Integrados de Comando e Controle que uniou as diversas forças de segurança: Forças Armadas, Polícia Fedederal, Rodoviário Federal, Civil, Militar, municipal, bombeiros, além do Detran. Dilma prometeu manter os centros já existentes e ampliar, criando um para cada estado. O objetivo é integrar os cadastros e as informações e traçar estratégias nacionais de combate ao crime. Ela também afirmou que irá criar a Academia Nacional de Segurança Pública para formação conjunta das polícias, formulação e difusão de procedimentos operacionais padronizados.
3. Saúde
Pelo programa Mais Especialidades, o governo promete aparelhar as unidades de saúde já existentes para que realizem exames e tratamentos de maior complexidade. Também haverá parceria com clínicas particulares e entidades filantrópicas para o atendimento da população. Dilma prometeu ainda ampliar o programa Mais Médicos, com a contratação de profissionais estrangeiros para atender a população em áreas isoladas ou pobres com déficit de atendimento.
Pelo programa Mais Especialidades, o governo promete aparelhar as unidades de saúde já existentes para que realizem exames e tratamentos de maior complexidade. Também haverá parceria com clínicas particulares e entidades filantrópicas para o atendimento da população. Dilma prometeu ainda ampliar o programa Mais Médicos, com a contratação de profissionais estrangeiros para atender a população em áreas isoladas ou pobres com déficit de atendimento.
5. Combate à corrupção
Grande preocupação da população - segundo pesquisa Ibope, 29% dos brasileiros
consideram o tema o principal problema do País -, Dilma prometeu lutar para que
novas leis de combate a corrupção sejam aprovadas no Congresso. Entre elas está
impor pena pesada para o crime de caixa dois - dinheiro recebido para o uso em
campanha eleitoral, mas não declarado - que hoje é crime eleitoral. Lei que puna
agentes públicos que enriqueceram fora de seu padrão salarial ou que não demonstrarem
a origem de seu aumento patrimonial. Lei que permita a perda de propriedade ou
de bens caso o proprietário não consiga comprovar tê-los adquirido de forma lícita,
legal. Alterar a legislação para agilizar o julgamento de processos sobre desvio de
recursos públicos e criar uma estrutura do Judiciário no Superior Tribunal Federal
(STF) que tenha a atribuição de investigar políticos com foro privilegiado.
Grande preocupação da população - segundo pesquisa Ibope, 29% dos brasileiros
consideram o tema o principal problema do País -, Dilma prometeu lutar para que
novas leis de combate a corrupção sejam aprovadas no Congresso. Entre elas está
impor pena pesada para o crime de caixa dois - dinheiro recebido para o uso em
campanha eleitoral, mas não declarado - que hoje é crime eleitoral. Lei que puna
agentes públicos que enriqueceram fora de seu padrão salarial ou que não demonstrarem
a origem de seu aumento patrimonial. Lei que permita a perda de propriedade ou
de bens caso o proprietário não consiga comprovar tê-los adquirido de forma lícita,
legal. Alterar a legislação para agilizar o julgamento de processos sobre desvio de
recursos públicos e criar uma estrutura do Judiciário no Superior Tribunal Federal
(STF) que tenha a atribuição de investigar políticos com foro privilegiado.
6. Educação
Dilma prometeu universalizar a educação infantil (4 a 6 anos) até 2016. Tem a meta
de que a rede de educação em tempo integral atinja 20% das vagas na rede pública
até 2018 - hoje está em 13,2%, segundo dados do Censo Escolar de 2013. Aumentar
o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), com
mais 12 milhões de vagas até o final de 2015. Conceder, até 2018, mais cem mil
bolsas pelo programa Ciência sem Fronteiras, que dá o benefício para estudantes
do ensino superior, de pós-graduação e doutorado estudarem em universidade
estrangeiras.
Dilma prometeu universalizar a educação infantil (4 a 6 anos) até 2016. Tem a meta
de que a rede de educação em tempo integral atinja 20% das vagas na rede pública
até 2018 - hoje está em 13,2%, segundo dados do Censo Escolar de 2013. Aumentar
o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), com
mais 12 milhões de vagas até o final de 2015. Conceder, até 2018, mais cem mil
bolsas pelo programa Ciência sem Fronteiras, que dá o benefício para estudantes
do ensino superior, de pós-graduação e doutorado estudarem em universidade
estrangeiras.
7. Casa da Mulher Brasileira
Durante a campanha, Dilma colocou em debate, em diversos momentos, o problema da violência contra a mulher, buscando se diferenciar de seu candidato, que não possuia proposta específica nesta área. A presidente afirmou que criará a Casa da Mulher Brasileira em todas as capitais dos estados. O objetivo será concentrar e integrar o Judiciário, Ministério Público e Executivo para criar políticas e combater de forma integrada a violência contra a mulher.
Durante a campanha, Dilma colocou em debate, em diversos momentos, o problema da violência contra a mulher, buscando se diferenciar de seu candidato, que não possuia proposta específica nesta área. A presidente afirmou que criará a Casa da Mulher Brasileira em todas as capitais dos estados. O objetivo será concentrar e integrar o Judiciário, Ministério Público e Executivo para criar políticas e combater de forma integrada a violência contra a mulher.
8. Minha Casa, Minha Vida
Dilma prometeu ampliar o principal programa habitacional de seu governo, o Minha Casa, Minha Vida. Na terceira etapa do programa, serão contratadas três milhões de unidades até 2018. A presidente também prometeu modificar os critérios das faixas de renda da população atendida. Hoje existem três faixas de renda, cada uma com subsídios diferentes, e a presidente prometeu incluir mais uma, ampliando o número de beneficiários. Ela também afirmou que irá reajustar o teto da renda mensal para ser incluído no programa, hoje em R$ 5 mil.
Dilma prometeu ampliar o principal programa habitacional de seu governo, o Minha Casa, Minha Vida. Na terceira etapa do programa, serão contratadas três milhões de unidades até 2018. A presidente também prometeu modificar os critérios das faixas de renda da população atendida. Hoje existem três faixas de renda, cada uma com subsídios diferentes, e a presidente prometeu incluir mais uma, ampliando o número de beneficiários. Ela também afirmou que irá reajustar o teto da renda mensal para ser incluído no programa, hoje em R$ 5 mil.
9. Política externa
A presidente reeleita priorizará o fortalecimento do Mercosul, da União de Nações Sul-Americanas (UNASUL) e da Comunidade dos Países da América Latina e Caribe (CELAC). Também irá dar ênfase à relação com a África, com os países asiáticos e árabes. Dilma lutará para que a Organização das Nações Unidas (ONU), o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial sejam reformados para representar o novo ordenamento global, segundo o programa.
A presidente reeleita priorizará o fortalecimento do Mercosul, da União de Nações Sul-Americanas (UNASUL) e da Comunidade dos Países da América Latina e Caribe (CELAC). Também irá dar ênfase à relação com a África, com os países asiáticos e árabes. Dilma lutará para que a Organização das Nações Unidas (ONU), o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial sejam reformados para representar o novo ordenamento global, segundo o programa.
10. Sistema Nacional de Participação Popular
Dilma prometeu implantar o Sistema Nacional de Participação Popular, previsto no decreto presidencial deste ano que instituiu a Política Nacional de Participação Social (PNPS). O sistema terá a função ampliar a participação da sociedade civil, segundo o programa de governo da presidente. Implantaria espaços de debate entre a sociedade civil e as instituições públicas, mas que não teriam poder decisório na condução da política de cada órgão.
Dilma prometeu implantar o Sistema Nacional de Participação Popular, previsto no decreto presidencial deste ano que instituiu a Política Nacional de Participação Social (PNPS). O sistema terá a função ampliar a participação da sociedade civil, segundo o programa de governo da presidente. Implantaria espaços de debate entre a sociedade civil e as instituições públicas, mas que não teriam poder decisório na condução da política de cada órgão.
Fonte: www.terra.com.br
Egito Antigo - Documentários
Acompanhe uma viagem pelas mais impressionantes construções do antigo
Egito. Ao visitar monumentos como a cidade de Akhenaton em Amarna, a
superfortaleza Núbia de Senusret e o templo mortuário de Hatsheput,
ficará claro porque esta civilização obteve semelhantes avanços da
engenharia há mais de cinco milênios. Não é a toa que os egípcios
detiveram o recorde por ter construído o edifício mais alto sobre a
Terra até o século XIX.
Trabalhadores das pirâmides 'não eram escravos', dizem arqueólogos
Trabalhadores das pirâmides 'não eram escravos', dizem arqueólogos
Discurso de John F. Kennedy sobre transparênciA
Em discurso, o presidente Kennedy denunciou os planos dos illuminati
para instalar a Nova Ordem Mundial e declarou abertamente que ia
combater os planos deles. Bem... O final da história todos sabemos.
Noah Short Movie - Curta-metragem
No momento em que você lê esse post – como estão as tabs no seu computador? Há muita coisa aberta? Facebook, Twitter e Gmail estão provavelmente entre elas? Há mais tabs abertas do que você consegue de fato acompanhar? Então pode se identificar com esse curta inovador que foi criado do ponto de vista da tela de um computador de um adolescente.
Noah é o protagonista do curta-metragem, também chamado ‘Noah’, criado pelos estudantes de cinema canadenses Walter Woodman e Patrick Cederberg , que estreou com sucesso no último Festival Internacional de Toronto.
Noah é um adolescente típico de 17 anos e a história começa quando ele
liga o computador. Do início ao fim, todos os diálogos, os sons e os
textos são passados para o telespectador através do computador do
garoto, passando por programas e sites familiares pra muita gente como
Facebook, Skype, Chatroulette, iTunes, Youtube e – como não poderia
deixar de ser – Youporn.
Logo no início a gente descobre que Noah
tem uma namorada, e é desse fato que o roteiro se desenrola. Por Skype,
ele sente que a menina está meio estranha, talvez querendo terminar o
relacionamento, e o clímax acontece quando ele decide entrar no Facebook
dela sem autorização para descobrir alguma possível traição. Obviamente
ele faz o que jamais é recomendado – fuça em todas as mensagens,
entende tudo errado, e o resto da história é surpresa (sempre bom
avisar: tem cenas #NSFW).
Além do formato inovador, o curta é uma
ótima forma de enxergar de fora o nosso comportamento na era digital, e
refletir sobre os relacionamentos desse novo momento. Vale a pena
conferir:
OSHO: About Drugs
Rajneesh Chandra Mohan Jain falando sobre as consequências da proibição das drogas.
OSHO: Deus não é uma solução, mas um problema
Evolução pressupõe que a criação não está completa, daí a possibilidade de evoluir. Charles Darwin está dizendo que a criação é um processo em curso, que a existência é sempre imperfeita, que ela nunca será perfeita, somente então ela poderá continuar evoluindo, alcançando novos picos, novas dimensões, abrindo novas portas, novas possibilidades.
Documentário - O Riso dos Outros (Pedro Arantes)
São essas questões que o O Riso dos Outros discute a partir de entrevistas com personalidades como os humoristas Danilo Gentili e Rafinha Bastos, o cartunista Laerte e o deputado federal Jean Wyllys, entre outros.
O documentário mergulha no mundo do Stand Up Comedy para discutir esse limite tênue entre a comédia e a ofensa, entre o legal e aquilo que gera intermináveis discussões judiciais.
O filme foi dirigido por Pedro Arantes, diretor de séries de humor como "As Olívias", do canal Multishow, e "Vida de Estagiário", da TV Brasil.
Direção: Pedro Arantes
Manoel de Barros - Documentário 'Só dez por cento é mentira'
Documentário "Só dez por cento é mentira" sobre a vida e a obra de Manoel de Barros, dirigido por Pedro Cezar (2008).
"Só Dez Por Cento é Mentira" é um original mergulho cinematográfico na biografia inventada e nos versos fantásticos do poeta sulmatogrossense Manoel de Barros.
Alternando sequências de entrevistas inéditas do escritor, versos de sua obra e depoimentos de "leitores contagiados" por sua literatura o filme constrói um painel revelador da linguagem do poeta, considerado o mais inovador em língua portuguesa.
"Só Dez Por Cento é Mentira" ultrapassa as fronteiras convencionais do registro documental. Utiliza uma linguagem visual inventiva, emprega dramaturgia, cria recursos ficcionais e propõe representações gráficas alusivas ao universo extraordinário do poeta (...). "Só Dez Por Cento é Mentira" ganhou os prêmios de melhor documentário longa-metragem do II Festival Paulínia de Cinema 2009 e os prêmios de melhor direção de longa-metragem documentário e melhor filme documentário longa¬metragem do V Fest Cine Goiânia 2009 (...).
Como a mídia brasileira sufoca a liberdade de expressão
Vídeo fundamental para entender de uma vez por todas como a oligarquia midiática destrói um dos nossos direitos fundamentais, que é o direito à comunicação.
Didático, a matéria mostra que a concentração dos grandes veículos de comunicação na mão de poucas famílias beira a monarquia, já que o poder é transmitido de pai para filho.
Em pleno século XXI, é vergonhoso para o Brasil que a pornográfica distribuição de concessões de rádios e TVs feitas por (e para) políticos e empresários picaretas no século passado ainda renda esse atraso monstruoso da mídia que, a despeito da sua milionária estrutura física e técnica, faz jorrar todos os dias uma programação de péssima qualidade para os brasileiros. E quando alguém ousa "competir" com esse poder midiático (montando, por exemplo, uma rádio comunitária), eis que todo o poder constituído se une (oligarcas da mídia, políticos, governos, ANATEL, polícia, Justiça etc.) para confiscar, prender, multar e processar aquele que cometeu o crime de tentar - como faz a poderosa mídia - se comunicar de forma eficaz com os seus iguais.
E como mudar tal estrutura se a maioria dos políticos e empresários tem interesse direto ou indireto em deixar tudo do jeito que está? Digo "direto" porque muitos políticos são privilegiados donos de rádios e TVs - e foi exatamente por causa disto que conseguiram se eleger; e digo "indireto" porque a outra parcela de políticos (os que não são donos de veículos de comunicação), certamente recebem apoio daqueles que detém o "poder midiático".
Este vídeo foi postado originalmente com o nome "Levante a Sua Voz". Eis o crédito do mesmo:
Vídeo produzido pelo Intervozes Coletivo Brasil de Comunicação Social com o apoio da Fundação Friedrich Ebert Stiftung remonta o curta ILHA DAS FLORES de Jorge Furtado com a temática do direito à comunicação. A obra faz um retrato da concentração dos meios de comunicação existente no Brasil.
Roteiro, direção e edição: Pedro Ekman
Produção executiva e produção de elenco: Daniele Ricieri
Direção de Fotografia e câmera: Thomas Miguez
Direção de Arte: Anna Luiza Marques
Produção de Locação: Diogo Moyses
Produção de Arte: Bia Barbosa
Pesquisa de imagens: Miriam Duenhas
Pesquisa de vídeos: Natália Rodrigues
Animações: Pedro Ekman
Voz: José Rubens Chachá
Denis Dutton: Uma teoria Darwiniana da beleza
O animador Andrew Park ilustra a provocativa teoria da beleza de Denis Dutton - de que arte, música e outras coisas lindas, longe de estarem simplesmente "nos olhos de quem vê," são uma parte vital da natureza humana com profundas raízes evolucionárias.
Histórias engraçadas da Bíblia
Moderno guia em vídeo com 9 episódios mostrando como aconteceu a criação do universo, a história de Adão e Eva, além de outras passagens muito interessantes do grande livro de Deus.
Deus no banco dos réus - God on Trial
Um grupo de judeus presos em um campo de concentração discutem sobre deus, e chegam à óbvia conclusão...
Esse vídeo é parte de uma produção da BBC americana, God on Trial
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